Subscribe:

Pages

sábado, 5 de dezembro de 2015

Vida Geminiana: Resenha: Máscara para cílios Big Illusion Avon

Vida Geminiana: Resenha: Máscara para cílios Big Illusion Avon:  Olá meu amores, tudo bem? Já estamos no dia 4 de Dezembro, nem acredito que o ano já está acabando! Natal e Ano novo chegando e queremos es...

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Poesia


"Poesia é quando uma emoção 
encontra seu pensamento e o 
pensamento encontra palavras."


Robert Frost

Nao voltam atrás


"Há três coisas que não voltam 
atrás; a flecha lançada, a palavra 
pronunciada e a oportunidade 
perdida."


Provérbio chinês

Ignorância



"A marca de sua ignorância é a 
profundidade da sua crença na 
injustiça e na tragédia. O que a 
lagarta chama de fim de mundo, 
o mestre chama de borboleta."


Richard Bach

Realita e romântico



"É preciso ser um realista para 
descobrir a realidade. É preciso 
ser um romântico para criá-la."


Fernando Pessoa

Natal



Jesus nasceu. Na abóbada infinita
Soam cânticos vivos de alegria;
E toda a vida universal palpita
Dentro daquela pobre estrebaria...

Não houve sedas, nem cetins, nem rendas 
No berço humilde em que nasceu Jesus... 
Mas os pobres trouxeram oferendas 
Para quem tinha de morrer na cruz.

Sobre a palha, risonho, e iluminado
Pelo luar dos olhos de Maria,
Vede o Menino-Deus, que está cercado
Dos animais da pobre estrebaria.

Não nasceu entre pompas reluzentes;
Na humildade e na paz deste lugar,
Assim que abriu os olhos inocentes
Foi para os pobres seu primeiro olhar.

No entanto, os reis da terra, pecadores,
Seguindo a estrela que ao presepe os guia,
Vem cobrir de perfumes e de flores
O chão daquela pobre estrebaria.

Sobem hinos de amor ao céu profundo;
Homens, Jesus nasceu! Natal! Natal!
Sobre esta palha está quem salva o mundo,
Quem ama os fracos, quem perdoa o mal,

Natal! Natal! Em toda a natureza
Há sorrisos e cantos, neste dia...
Salve Deus da humildade e da pobreza
Nascido numa pobre estrebaria.

Olavo Bilac


sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

A vida



"A vida é belíssima, mas não 
é tão simples vivê-la.
Às vezes, ela se parece com 
um imenso jardim.
De repente, a paisagem muda 
e ela se apresenta árida como 
um deserto ou íngreme como 
as montanhas.
Independentemente dos 
penhascos que temos de escalar, 
cada ser humano possui uma 
força incrível.
E muitos desconhecem que a 
possuem."   


Augusto Cury

Arrependimento



"Não sobrecarregue o hoje 
com os arrependimentos 
de ontem nem o estrague 
com os problemas de amanhã."


Max Lucado

Alegria



"Faça o que for necessário 
para ser feliz. Mas não se 
esqueça que a felicidade 
é um sentimento simples, 
você pode encontrá-la e 
deixá-la ir embora por 
não perceber sua 
simplicidade."

Mário Quintana

Renda-se


"Renda-se, como eu me rendi. 
Mergulhe no que você não 
conhece como eu mergulhei. 
Não se preocupe em entender, 
viver ultrapassa qualquer 
entendimento."


Clarice Lispector

Confiança



"Aquele que não tem confiança 
nos outros, não lhes pode 
ganhar a confiança."


Lao-Tsé

Soneto De Separação


De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto

De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama

De repente não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente

Fez-se do amigo próximo, distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.

 Vinicius de Moraes    

Amigo Aprendiz



Quero ser o teu amigo.
Nem demais e nem de menos.
Nem tão longe e nem tão perto.
Na medida mais precisa que eu puder.
Mas amar-te sem medida e ficar na tua vida,
Da maneira mais discreta que eu souber.
Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar.
Sem forçar tua vontade.
Sem falar, quando for hora de calar.
E sem calar, quando for hora de falar.
Nem ausente, nem presente por demais.
Simplesmente, calmamente, ser-te paz.
É bonito ser amigo, mas confesso: é tão difícil aprender!
E por isso eu te suplico paciência.
Vou encher este teu rosto de lembranças,
Dá-me tempo de acertar nossas distâncias


Fernando Pessoa

Meus oito anos



Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!
Como são belos os dias
Do despontar da existência!
— Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é — lago sereno,
O céu — um manto azulado,
O mundo — um sonho dourado,
A vida — um hino d'amor!
Que aurora, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d'estrelas,
A terra de aromas cheia
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar!
Oh! dias da minha infância!
Oh! meu céu de primavera!
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Desejo



Se eu soubesse que no mundo
Existia um coração,
Que só' por mim palpitasse
De amor em terna expansão;
Do peito calara as mágoas,
Bem feliz eu era então!

Se essa mulher fosse linda
Como os anjos lindos são,
Se tivesse quinze anos,
Se fosse rosa em botão,
Se inda brincasse inocente
Descuidosa no gazão;

Se tivesse a tez morena,
Os olhos com expressão,
Negros, negros, que matassem,
Que morressem de paixão,
Impondo sempre tiranos
Um jugo de sedução;

Se as tranças fossem escuras,
Lá castanhas é que não,
E que caíssem formosas
Ao sopro da viração,
Sobre uns ombros torneados,
Em amável confusão;

Se a fronte pura e serena
Brilhasse d'inspiração,
Se o tronco fosse flexível
Como a rama do chorão,
Se tivesse os lábios rubros,
Pé pequeno e linda mão;

Se a voz fosse harmoniosa
Como d'harpa a vibração,
Suave como a da rola
Que geme na solidão,
Apaixonada e sentida
Como do bardo a canção;

E se o peito lhe ondulasse
Em suave ondulação,
Ocultando em brancas vestes
Na mais branda comoção
Tesouros de seios virgens,
Dois pomos de tentação;

E se essa mulher formosa
Que me aparece em visão,
Possuísse uma alma ardente,
Fosse de amor um vulcão;
Por ela tudo daria...
— A vida, o céu, a razão! 



Casimiro de Abreu